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A importância do gestor em tempos de crise

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Se a gestão já é essencial para uma empresa quando a economia vai bem, imagine quando não!

É por isso que a gestão empresarial em tempos de crise se faz tão necessária.

Diante de um cenário como este as organizações contam com seus profissionais em cargos de liderança para tomar decisões assertivas.

Se você é um líder e vai atuar no gerenciamento de crise, acompanhe e saiba como operacionalizar os mesmos processos em uma dinâmica de redução de gastos!

O papel do gestor em tempos de crise

Quando a crise se instaura, os ânimos pessoais e profissionais se abalam. A empresa teme a perda da lucratividade e o funcionário teme a perda do seu emprego.

Com isso surge uma infinidade de novos desafios e é o gestor quem deve tomar as rédeas da situação para minimizar os impactos da crise no caixa da empresa.

Entre as funções que ele já possui, existem algumas que exigem maior atenção e cuidado por parte destes líderes.

Será papel do gestor demitir profissionais de sua equipe, gerenciar novas emoções entre estes mesmos membros, reduzir custos e buscar formas alternativas de atrair e de reter clientes.

Em suma, esse profissional precisará ter, além dos conhecimentos técnicos e práticos, uma grande inteligência emocional. Afinal, ele deve cuidar da pressão vivenciada e dos novos desafios que surgirão deste cenário econômico pouco favorável.

A importância do gestor para a estratégia da empresa

O gestor de crise é o elo entre o operacional e o setor estratégico de uma empresa.

É justamente por transitar nesses dois níveis de uma organização que ele consegue ter uma visão sobre o que é e o que não é funcional frente às ações pensadas e praticadas.

Portanto, ele precisará desenvolver uma capacidade analítica e crítica para ajudar os diretores a rever estratégias e adaptá-las ao novo cenário, isso sem que impactem negativamente na operacionalização das tarefas.

Em resumo, um gestor de crise tem a missão de ajudar a empresa a rever os seus planos e a projetar o futuro com base nas modificações feitas. Assim, será possível passar pela crise sem comprometer tudo aquilo que já foi construído.

O gerenciamento de dados e o gestor em tempos de crise

Em uma empresa a automatização de informações contribui significativamente para que o gestor seja capaz de visualizar facilmente a performance de sua equipe, a produtividade de cada membro, as metas alcançadas e as que estão por alcançar.

Quando este profissional possui softwares de gestão como aliados, ele também tem mais agilidade na tomada de decisão. Dessa forma é possível reestruturar uma estratégia com bastante eficiência, para que a empresa passe pela crise sem grandes dificuldades.

Entretanto, se por um lado os softwares facilitam o acesso a esses dados, por outro, o gestor tem o papel de preparar a equipe para fazer essas análises.

É importante treinar o olhar da equipe para as informações essenciais em tempos de gerenciamento de crise.

Não adianta, por exemplo, produzir uma grande massa de dados se não houver tempo e disposição para fazer uma análise crítica desse material.

Então é interessante promover uma cultura de negócio orientada a dados, principalmente porque em tempos mais vulneráveis, uma estratégia baseada em informações se mostra muito mais segura e produtiva.

Por que olhar sob outras perspectivas?

Imaginar o pior cenário possível em tempos de crise é muito comum, mas não é o papel do gestor! Diante de uma situação pouco favorável, é preciso olhar sob outras perspectivas.

É preciso que o gestor de crise:

  • Observe as falhas do processo que a crise proporcionou;
  • Avalie as habilidades que a situação exige da equipe;
  • Trace as rotas possíveis para dar continuidade à tarefa.

Além do mais, o gestor deve olhar o cenário com a perspectiva do colaborador, dos acionistas, do cliente e da comunidade, para então sentir o impacto individual.

A partir desse novo ângulo o gestor começará a vislumbrar soluções diversas, capazes de atender todos os públicos, sem desconsiderar os interesses primordiais da organização.

Lembre-se: ficar preso exclusivamente aos seus problemas ou ao seu cotidiano pode te fazer perder oportunidades valiosas para o negócio.

Nesses momentos as lideranças devem lançar mão do trânsito facilitado que têm na empresa e realmente se colocar no lugar dos outros envolvidos, pensando em soluções em prol do conjunto.

Gestão de risco

Em tempos de crise, é papel do gestor fazer a gestão de risco e esse processo começa por identificar as ameaças atuais.

A que riscos a empresa está exposta nesse momento? Pense em questões de diferentes naturezas:

  • Ocupacionais;
  • Jurídicas;
  • Econômicas;
  • De mercado;
  • De imagem.

Liste todos esses pontos, identificando qual é a probabilidade de surgimento e impacto. Com essas informações será possível construir uma matriz de riscos da empresa. Acompanhar essa ferramenta é essencial para a adoção de um novo modelo de gerenciamento.

Gerenciar riscos em tempos de crise é uma medida de cautela para não deixar que o cenário se deteriore ainda mais. É uma forma de antecipar possíveis problemas e de pensar no negócio com mais segurança, mas sempre considerando o cenário da própria empresa e de seu mercado de atuação.

É importante lembrar também que é papel do gestor correr riscos, contudo, por meio do gerenciamento estratégico as decisões podem ser calculadas de forma segura, aumentando as chances de decisões assertivas.

Portanto, uma das funções do gestor que deve ser ressaltada é a de administrar informações para extrair delas novas estratégias.

Vamos então relembrar quais as principais atitudes que devem ser tomadas durante a gestão de crise empresarial:

  1. Desenvolver uma capacidade analítica e crítica: rever os planos e projetar o futuro com base nas modificações feitas;
  2. Promover uma cultura de negócio orientada a dados: treinar a equipe para fazer as análises dos dados;
  3. Olhar sob outras perspectivas: ouvir o colaborador, os acionistas, o cliente e a comunidade e entender as dores individuais;
  4. Antecipar possíveis problemas: listar os riscos que a empresa está exposta e identificar a probabilidade de surgimento e impacto.

Lembre-se ainda que, para que o profissional seja capaz de aplicar todas as questões levantadas neste post, ele precisará contar com o apoio do setor de Recursos Humanos e de suas ferramentas.

Agora você já sabe por onde começar! Coloque a mão na massa porque a organização e a sua equipe contam com você.

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