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3 dicas para controlar o banco de horas na sua empresa

Uma das dúvidas recorrentes de muitos gestores é o controle de horas extras. Além de manter a motivação da equipe, ele ajuda a garantir que a empresa cumpra a lei e evite reclamações trabalhistas futuras. E ainda, permite compreender as necessidades de otimização de processos, bem como prevenir sobrecarga na equipe.

A jornada de trabalho é regida pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e pela Constituição Federal (CF), bem como pela convenção coletiva de cada categoria. São elas, portanto, que devem ser seguidas e a quantidade de horas de trabalho regulares e extras permitidas deve ser respeitada.

Nem sempre, porém, as horas trabalhadas a mais são pagas com o adicional de hora extra. Algumas empresas optam por controlar o banco de horas, que permite que elas sejam compensadas em folgas, extensão de férias ou redução de jornada em alguns dias. Saiba mais a seguir!

Como funciona o banco de horas

As horas acumuladas no banco têm duração de 1 ano (e esse período pode ser renovado). Vencido o prazo, elas devem ser pagas como extras. Caso o profissional seja dispensado, o crédito vira horas extras trabalhadas e deve ser pago conforme o acordado.

A gestão do banco de horas é muito importante para a empresa, pois cabe a ela comprovar que o colaborador trabalhou além de seu expediente. Se não tiver um sistema de controle adequado, a companhia pode ter prejuízo se um trabalhador procurar a Justiça do Trabalho.

O banco de horas permite, ainda, compensar horas devidas e extras. Afinal, no dia a dia corporativo podem surgir imprevistos e demandas que requerem mais tempo de trabalho. Nessas situações, o banco de horas é útil para controlar a jornada.

Por que controlar o banco de horas

Controlar o banco de horas permite saber quanto a equipe tem trabalhado a mais. Isso ajuda os gestores a entenderem melhor a produção para, assim, otimizar os processos e conseguir produzir mais e em menos tempo.

Se a prática das horas extras for comum na organização, isso pode representar um sinal de alerta: é preciso avaliar se a organização e a gestão do tempo estão realmente adequadas, pois talvez haja a necessidade de rever processos internos.

Como fazer a gestão do banco de horas

Quanto mais organizadas estiverem as informações sobre a jornada dos funcionários, mais facilidade a empresa terá para definir o modelo a ser adotado. Veja, a seguir, algumas formas de controlar o banco de horas.

1. Elabore planilhas

Bastante simples costuma ser, o método adotado por muitas empresas de pequeno e médio portes. E tem a vantagem de permitir a emissão de relatórios personalizados. Para que seja funcional, deve conter:

  • carga horária de cada funcionário;
  • controle de entrada e saída;
  • horas noturnas trabalhadas;
  • adicional de periculosidade;
  • horas devidas, trabalhadas e extras de cada empregado;
  • horas trabalhadas por funcionário todo mês;
  • relação de horas trabalhadas e descontadas.

Nas planilhas, os dados são adicionados manualmente — o que pode gerar falhas. E há, ainda, a dificuldade de integrá-los à folha de pagamento dos funcionários.

2. Utilize softwares específicos

Em empresas maiores, o relógio de ponto, exigido por lei, é uma ótima saída para o controlar a jornada dos colaboradores. Com ele, o RH tem informações precisas sobre horas totais, horas extras, jornadas reduzidas e outros. E ainda, é comum que os relógios de ponto sejam integrados com a folha de pagamento.

3. Faça o controle online de horas

Uma das formas mais práticas de controlar o banco de horas é usando uma ferramenta online. Existem várias opções — diversas delas gratuitas — que, muitas vezes, têm um cronômetro que permite saber quanto tempo é necessário para cada atividade. Isso ajuda a ter mais dados para determinar prazos e precificar projetos.


Com a Reforma Trabalhista os acordos tem validade de 1 ano, mas as horas devem ser acertadas em no máximo 6 meses.

Com a nova lei, o banco de horas continua mantido por um ano, por meio de norma coletiva. No entanto, haverá a possibilidade de as partes ajustarem diretamente a compensação em tempo menor, dentro do período máximo de seis meses, sendo que nesta hipótese fica dispensada a necessidade da intervenção do sindicato.”

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